Hora do Intervalo no MB




O intervalo entre as aulas representa um aspecto especial na rotina escolar. Muitas vezes, trata-se do único momento em que os alunos podem fazer opções: com quem conversar, de quem se aproximar, onde e como brincar. É o espaço-tempo que os convida a explorar diferentes percursos e aprender algo mais sobre relações grupais. Não é à toa que, para boa parte dos estudantes, o recreio é a hora mais esperada. Quem não se lembra das brincadeiras no pátio? Também são inesquecíveis os intervalos perdidos dentro da sala de aula, como castigo. Enfim, muitas experiências significativas se constroem ou se intensificam nesse período de 20, 30 minutos. 
A convivência entre as crianças e os jovens durante esse tempo livre é um bom termômetro do clima escolar: um cenário de alunos explorando diferentes espaços e atividades revela-se muito distinto daquele com estudantes isolados ou que agem com violência. Há instituições que, para evitar o caos, desenvolvem estratégias de controle: aumento da fiscalização dos inspetores, atividades monitoradas e restrição dos locais de circulação. Embora essas práticas ajudem a conter distúrbios, elas não educam os alunos para lidar com as tensões cotidianas. 


Se entendermos a escola como um lugar de socialização, devemos ensinar as crianças e os jovens a lidar com os desentendimentos sem jamais negar a existência deles. Afinal, o conflito é inerente às relações humanas. Evidentemente essa é uma escolha que precisa estar explicitada no projeto político pedagógico da instituição. É possível refletir sobre o tema em assembleias, conselhos de classe e no próprio grêmio estudantil e, com isso, ajudar os alunos a compreender a natureza dos problemas coletivos e a propor soluções para enfrentá-los. 



Há casos de escolas que incentivam alguns alunos a se tornarem mediadores de conflitos para atuar no intervalo. Nesses casos, quem assume essa função tem clareza de que não é inspetor ou vigilante e deve ser capaz de avaliar se tem condições de resolver determinado problema ou se deve recorrer a um adulto. 



Um olhar atento sobre as relações que se apresentam no recreio ajuda o orientador educacional a entender os problemas que emergem do grupo. Muitas vezes, é só no pátio que se percebe a atuação de um líder ou o isolamento de um aluno. A investigação das áreas ocupadas e das vazias também traz informações importantes. Por exemplo: quais investimentos e intervenções são necessários para vitalizar o espaço físico da escola? 



Cabe aos gestores definir e implantar estratégias formativas para que professores, inspetores e funcionários atuem de forma educativa nos recreios. Afinal, um tempo tão rico para o ensino e a aprendizagem merece muita atenção.

É assessora psicoeducacional especializada em Psicologia da Educação.

[...]

Primeiros passos para a delinquência...

Como se formam os conceitos a gente nunca sabe ao certo. Conceito se constitui, não vem pronto. Perdurou, no Brasil, um tratamento às crianças como se fossem pessoas secundárias ou que não merecessem atenção. Por longo tempo, os relatos de agressões eram constantes, com surras impiedosas. Até hoje a criançada sofre nas mãos de alguns pais sem escrúpulos. Mas, antes, a sociedade aceitava com tranquilidade que os pais massacrassem seus pupilos, sem nenhum direito à reação, em nome do inquestionável pátrio poder.
Com a recente aprovação da chamada lei da palmada, a discussão sobre a agressão de pais voltou à tona, com grande parte defendendo esse direito. Para amenizar, passaram a chamar palmadinha. Qualquer tapinha, palmadinha é agressão; é violência. Ponto.
Com o passar do tempo, os pais mudaram da agressividade selvagem para a permissividade banal aos filhos. Foi uma longa caminhada de erros, compensações e muitas distorções.
Tornou-se clichê a frase "quero dar aos filhos tudo que os meus não me deram ou não tive". Também virou ditado popular a frase "não tenho um pai, tenho um amigo". Ótimo, não fossem relações diferentes. Por princípio, um bom pai necessariamente é um bom amigo. Quase sempre o desempenho desses papéis devem ser separados.
Houve tanta confusão nessa transição que o amigo se tornou sinônimo de cupincha, e o pai passou a ser pau-mandado.
O pai que obrigava o filho a ir à escola, agora deixa ir quando quer; deixou de exigir o respeito aos mais velhos – para a maioria, os mais novos não precisam de respeito; deixou a criançada substituir o senhor e a senhora por meu "veio" e minha "veia". Isoladamente, tratamento é secundário, mas é fundamental no conjunto da formação.


Estudar deve ser encarado como obrigação natural, sem as opções "querer ou deixar de querer". Não um convencimento meloso ou melancólico. Mas um trabalho voltado a valorizar o estudo e a aprendizagem desde criancinha. A criança se convenciona a ir ao colégio, assim como se escova os dentes, toma banho, sem o gostar ou desgostar.
Quando os pais, para serem amigos, deixam os filhos substituírem a escola pela rua, o dever pelo "videogame"; estão a caminho da conclusão dessa narrativa. Caso parem por aqui, formarão filhos mimados, sem referências, mal-educados, pessoas apenas desagradáveis. Somando-se outros poucos ingredientes, a delinquência está a um passo.
A essa altura os pais já estão totalmente dominados, a família logo será, os vizinhos se tornam incômodos e a gana de subjugar o mundo se torna a meta do bebê mimado. Nesse ponto a árvore está pronta, o caminho são as desculpas, as justificativas, a alegação de que deu tudo, mas se esqueceu de dar formação, o principal erro.


Como todo mundo tem acesso à internet, podem consultar alguns comportamentos que, em regra, intitulam de "como criar um delinquente". E sobre as diferenças de formação de filhos, o livro "Crianças francesas não fazem manha".


Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP
Bacharel em direito



[...]

PRÊMIO RESPOSTAS PARA O AMANHÃ

A Coordenação Geral de Ensino Médio informa que neste momento estão abertas inscrições para a participação de escolas, professores e estudantes a 1ª edição do Prêmio Respostas para o Amanhã, uma iniciativa da Samsung, que tem por objetivos identificar, estimular e difundir projetos desenvolvidos com alunos do Ensino Médio, relacionados às áreas de Ciências da Natureza, Matemática e suas tecnologias, que sejam desenvolvidos a partir de questões identificadas na comunidade e que apresentem soluções simples que contribuam para transformar a realidade local.
Prêmio Respostas para o Amanhã é uma oportunidade para as escolas de desenvolverem e divulgarem novas práticas educativas, que articulem tempos e espaços de aprendizagem e para os jovens de conhecerem e explorarem outras formas de conhecimento e de atuarem e intervirem no espaço onde vivem.
Para maiores informações sobre inscrição, regulamento, prêmios, categorias e contatos dos organizadores acesse o link: www.samsung.com/br/respostasparaoamanha
Inscrição de 25 de junho a 14 de setembro de 2014

[...]

Jovens Embaixadores



https://www.facebook.com/JovensEmbaixadores/

[...]

ATENÇÃO ALUNOS, PAIS OU RESPONSÁVEIS - A ESCOLA MURILO BRAGA , JÁ DISPONIBILIZOU O CONTEÚDO DE TODAS AS DISCIPLINAS E TURMAS, PARA FACILITAR OS ESTUDOS PARA AS AVALIAÇÕES DO 1º BIMESTRE DE 2014, QUEM AINDA NÃO RECEBEU POR FAVOR PROCURE A COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA.

A DIREÇÃO

[...]

Educação de cara nova


[...]

Orientações para o Acolhimento e Adaptação das Crianças na Escola

A entrada da criança na instituição escolar é um momento importante que envolve uma complexidade de relações: família-escola, professor-funcionário-escola, educadores-alunos, alunos-escola, assim como a adaptação e conhecimento do novo espaço físico, o que pode gerar uma variedade de sentimentos e expectativas em todos. “Considerar a adaptação sobre o
aspecto de acolher, aconchegar, procurar, oferecer bem-estar, conforto físico e emocional, amparar, amplia significativamente o papel e a responsabilidade da instituição de educação neste processo. A qualidade do acolhimento deve garantir a qualidade da adaptação.” (Ortiz, Cisele, 2000).
 Tendo em vista os aspectos citados acima faz-se necessário um planejamento cuidadoso, pois todos os detalhes são importantes, a relação e a criação de vínculos entre escola, pais, educadores e crianças se consolidam neste processo.

Planejamento e atenção às crianças
 Construir uma disponibilidade interna para enfrentar as reações que o grupo novo de pais e crianças lhes provoca.
 Participar dos momentos de discussão, reflexão e planejamento de ações para este processo,
sabendo que é um momento diferenciado e precisará de muita disponibilidade, inclusive fisicamente.
 Contar com o apoio da equipe de direção nas dúvidas e dificuldades.
 Preparar a sala de forma acolhedora, com cantos definidos.
 Planejar atividades interessantes e diversas.
 Observar cada criança individualmente, suas necessidades, dificuldades e angústias, respeitando seu ritmo.
 Acolher as crianças com carinho, paciência e atenção, sendo acolhedora.
 Fazer o registro das observações do comportamento das crianças (pauta de observação), pois ajudará a entender o processo de adaptação assim como ajustar o planejamento.

Atenção às famílias
 Compreender que os pais também podem estar inseguros e muito ansiosos, daí a necessidade de transmitir segurança e receptividade.
 Receber as famílias, dar atenção e explicar como deverão proceder caso permaneçam na sala com a criança: participam das atividades e incentivam a criança a interagir com os colegas e aos poucos, talvez no decorrer dos dias, se sentam em local que seu filho possa vê-lo para que o professor possa se aproximar e atender as necessidades dele.
 Explicar que durante a aula seu foco é acolher as crianças mas que as famílias poderão
tirar suas dúvidas com a equipe de direção nesse período. 






[...]

PROJETO TABUADÃO 2013

O Projeto TABUADÃO para as séries iniciais foi um sucesso. Parabéns a todos que participaram e principalmente ao 5º ano da Professora IDA, o grande campeão. Valeu moçada, ano que vem tem mais.






[...]

MEC vai distribuir tablets para professores de escolas públicas em 2014

O Ministério da Educação (MEC) vai começar a distribuir tablets a professores do 6º ao 9º ano do ensino fundamental de escolas públicas em 2014. O anúncio foi feito ontem (25) pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante. Segundo ele, os professores deverão ser capacitados para usar o equipamento também no ano que vem. A intenção da pasta é que todos os professores da rede pública tenham o próprio tablet. A distribuição começou com os professores do ensino médio. O educador tem acesso pelo tablet a conteúdos específicos, cujo objetivo é tornar as aulas mais atraentes. Segundo o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), foram comprados mais de 460 mil tablets para professores do ensino médio. Ainda não há previsão de quantos professores do ensino fundamental serão contemplados em 2014. De acordo com dados do Censo de 2012, são mais de 800 mil professores na etapa. Para adquirir os tablets, os estados incluem o pedido de aquisição na adesão ao Plano de Ações Articuladas (PAR). Após a adesão e com a aprovação do PAR, o FNDE repassa recursos para os estados. São os estados que fazem a aquisição do equipamento diretamente com as empresas vencedoras do pregão. De acordo com a autarquia, todos os 26 estados e mais o DF fizeram adesão para aquisição de tablets na etapa anterior. O ministro não deu maiores detalhes da distribuição. Em 2012, segundo o MEC, o governo pagou quase R$ 300 pelo tablet de 7 polegadas (1 polegada é igual a 2,54 centímetros) e aproximadamente R$ 470, pelo de 10 polegadas. No mercado, conforme o ministério, o equipamento de 7 polegadas custava cerca de R$ 800. Autor: Ag. Brasil

[...]

IV Conferência do Meio Ambiente

Nossa aluna Ingrid Brasil estará representando a Escola Murilo Braga e Rondônia na IV Conferência Infantojuvenil pelo Meio Ambiente em Brasília. Gostaríamos de agradecer o grande apoio dado pelos gestores: Professora Josenice Nara Johnson e Vlademir Gomes

Foto: Nossa aluna Ingrid Brasil estará representando a Escola Murilo Braga e Rondônia na IV Conferência Infantojuvenil pelo Meio Ambiente em Brasília. Gostaríamos de agradecer o grande apoio dado pelos gestores: Professora Josenice Nara Johnson e Professor Vlademir Gomes, que não mediram esforço para que a Conferência na Escola acontecesse e o apoio nas demais etapas da Conferência. Agradecer também a todos os alunos, pais  e professores que participaram da Conferência na Escola, que foi um momento fundamental para as outras etapas. Sem o apoio de todos vocês não iriamos tão longe. Obrigada a todos.

[...]

O Governo do Estado de Rondônia, através de recursos do FUNDEB, com contrapartida do estado, está investindo aproximadamente Oito Milhões e quatrocentos mil reais na construção da nova escola estadual de ensino médio e fundamental Murilo Braga na capital do estado.
As obras da nova escola estão sob a responsabilidade da AC Construtora Ltda., que tem como responsável técnico o engenheiro Jadson Paganin e como Diretor Geral da obra o empresário Valter Rossoni que falou que a obra está dentro do cronograma físico absolutamente em dia, sendo que o início das obras foi no dia 22.03 deste anos, e que o término dela conforme contrato é  em março de 2015, mas a empresa devido a estrutura de logística  montada para  os trabalhos pretende entregar a obra pronta para inauguração em novembro de 2014, antecipando o prazo de entrega em aproximadamente em 120 dias.
p3
os arcos foram preservados por serem Patrimônio histórico do estado de Rondonia
Conforme Rossoni, esta obra da escola Murilo Braga, será uma das mais belas obras do Estado, devido a seu projeto arquitetônico e a funcionalidade  da obra, continuando disse que todos os trabalhadores são da Capital em número aproximado de sessenta, e os materiais utilizados na obra são adquiridos dos empresários da capital, com isso gerando emprego e renda para Porto Velho. Ressaltou que da antiga obra da escola, foram preservados os arcos, pois os mesmo foram construídos em março de 1.953, e os mesmos são tombados pela patrimônio histórico de Rondônia. Para finalizar disse que todos os prazos estão sendo cumpridos, tanto no cronograma físico pela construtora e , no financeiro pelo governo de Rondônia.

[...]