Edital de Processo seletivo para Prestador de Serviços Técnico em Manutenção Predial
Processo Seletivo para Prestador de Serviços Técnico de
Manutenção Predial
EDITAL
N. 002/CONSELHO ESCOLAR/ESCOLA ESTADUAL
DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO MURILO BRAGA, DE 15 DE MAIO DE 2015.
O
Conselho Escolar da ESCOLA
ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO MURILO BRAGA, considerando a legislação vigente, Lei 3.350/2014 e Decreto
18.996, de 03 de julho de 2014, publicado no
DOE Nº 2490, de 03 de julho de
2014, torna público Processo Seletivo Simplificado para Provimento
Temporário de 04 vagas de cargo de Técnico
de Manutenção Predial, mediante as condições especiais estabelecidas neste
Edital e seus Anexos.
1. DAS
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
1.1. O Processo Seletivo Simplificado será
regido por este Edital, seus Anexos e eventuais retificações, sendo executado
pelo Conselho Escolar da ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO MURILO
BRAGA.
1.2. A realização da inscrição implica na
concordância do candidato com as regras estabelecidas neste Edital, com
renúncia expressa a quaisquer outras.
1.3. O prazo de validade do presente certame
é de até 90 dias, conforme necessidade comprovada pela escola e deferida pela
Coordenadoria Estadual de Educação/CRE/SEDUC.
1.3.1. O prazo de 90 (noventa) dias se
aplicará, em caráter excepcional, às escolas que comprovarem, no calendário
escolar, encerramento do ano letivo em janeiro de 2016.
1.3.2. Fica determinado o prazo de 60
(sessenta) dias às escolas com encerramento do ano letivo previsto no
calendário escolar em 31/12/2015.
1.4. As inscrições para este Processo Seletivo
serão realizadas na ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO MURILO BRAGA,
endereço av. 7 de setembro, 1561 bairro centro.
1.5. Todo o processo de execução deste
Processo Seletivo, com as informações pertinentes, estarão disponíveis em mural
fixado no local da vaga.
1.6. Será de inteira responsabilidade do
candidato cumprir os prazos estipulados neste edital.
1.7 O cargo objeto deste Processo Seletivo
simplificado é de Técnico de Manutenção Predial.
1.8. O valor da remuneração é o equivalente
ao do Nível da Referência inicial do emprego correspondente ao do Quadro de
Pessoal Efetivo da Secretaria de Estado da Educação, representado a seguir:
REMUNERAÇÃO DO PRESTADOR DE SERVIÇOS
TÉCNICO DE MANUTENÇÃO PREDIAL
|
||
Escolaridade
|
Carga horária semanal
|
Valor
|
Nível médio, técnico
ou superior
|
40 horas
|
Salário Minimo
Vigente
|
1.9 As atribuições do emprego constam no
Anexo I – Atribuições do Cargo.
1.10 O Edital e seus Anexos estarão
disponíveis na ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO MURILO BRAGA
afixados em mural da Escola e da CRE/SEDUC/RO.
2. DAS INSCRIÇÕES
2.1. Antes de inscrever-se, o candidato deverá tomar conhecimento das
normas e condições estabelecidas neste Edital, incluindo seus Anexos, partes
integrantes das normas que regem o presente Processo Seletivo, das quais, não
poderá alegar desconhecimento em nenhuma hipótese.
2.2. A inscrição exprime a ciência e tácita aceitação das normas e
condições estabelecidas neste Edital.
2.3. A inscrição para o
presente Processo Seletivo é gratuita.
2.4. No ato de inscrição deverão ser entregues documentos
comprobatórios (cópia da Carteira de Identidade, cópia dos comprovantes de
escolaridade, relacionados ao emprego que concorre. Os documentos
poderão ser autenticados no ato da inscrição, pelos membros do Conselho
Escolar, ao qual conferem fé pública, desde que o candidato apresente para
conferência os originais juntamente com a cópia ou ainda, poderão entregar
cópias autenticadas em Cartório de Notas e Distribuição). O comprovante de
inscrição e o currículo que foram preenchidos no ato da inscrição, bem como o
formulário disponível no Anexo III deste edital – Formulário para Entrega de
Títulos, deverão ser entregues na Escola (nome da escola).
2.5. Os profissionais contratados
deverão desempenhar suas atividades junto à Escola da Rede Pública Estadual, a
qual fora realizada a inscrição.
2.6. Constatando-se, a qualquer
tempo, como falsa, qualquer documentação entregue será cancelada a inscrição
por ventura efetivada e, anulados todos os atos dela decorrentes, respondendo
ainda, seu autor, pela falsidade, na forma da lei.
2.7. O candidato somente será considerado efetivamente inscrito no
Processo Seletivo, após ter cumprido todas as instruções descritas no item 2.4 deste Edital e ter sua inscrição
homologada pelo Conselho Escolar e divulgada no mural da Escola.
2.8. O
candidato deverá ler e seguir atentamente as orientações para preenchimento da
Ficha de Inscrição e Currículo, bem como os demais procedimentos, tomando todo
o cuidado com a confirmação dos dados preenchidos antes de entrega-la.
2.9. O
descumprimento de qualquer das instruções para inscrição parcial e para a
entrega dos títulos, implicará no cancelamento da mesma.
2.10. Cada
candidato somente poderá efetuar 1 (uma) inscrição neste Processo Seletivo.
2.11. São condições de
inscrição:
2.11.1. ser brasileiro nato
ou naturalizado;
2.11.2. encontrar-se no pleno
gozo de seus direitos civis e políticos;
2.11.3. estar quite com as
obrigações militares e eleitorais;
2.11.4. boa saúde física e
mental e ter condições físicas para a realização das atividades;
2.11.5. haver concluído o
ensino fundamental;
2.11.6. ter disponibilidade
de tempo integral para exercer as atividades previstas;
2.11.7. conhecer e estar de
acordo com as exigências do presente edital;
2.11.8. ter idade mínima de
18 (dezoito) anos e máxima de 60 (sessenta) anos até a data da nomeação.
2.12. Uma vez efetuada a
inscrição, não serão aceitos pedidos de alteração quanto à identificação do
candidato.
3. DA
PROVA DE TÍTULOS
3.1. Toda a
documentação prevista no item 2.4
deverá, impreterivelmente, ser entregue pelo candidato na Escola, a qual
efetuou a inscrição, no período definido no Anexo II - Cronograma Previsto, no horário compreendido entre 7:30 horas
às 11:30 horas e das 13:30 às 17:30 horas.
3.2. Deverá ser obedecida a data final do prazo
para entrega de documentos. Documentos entregues fora do prazo serão
desconsiderados.
3.3. A análise de Títulos terá caráter classificatório e eliminatório.
3.4. Somente serão considerados os títulos obtidos pelos candidatos, até a
data da entrega dos documentos, prevista no Anexo II (cronograma previsto),
desde que se enquadrem nos critérios previstos neste Edital.
3.5. Todos os cursos previstos para
pontuação na análise de títulos deverão estar concluídos.
3.6. Somente
serão considerados como documentos comprobatórios para titulação: Certificados
de Curso de conclusão de Ensino Médio, acompanhado de Histórico Escolar, comprovantes
de curso profissionalizante em Nível Técnico, ou Nível Básico, ou curso livre,
os quais estejam relacionados ao cargo específico para o qual esteja
concorrendo (os documentos poderão ser
autenticados no ato da inscrição pelos membros do Conselho Escolar, ao qual
conferem fé pública, desde que o candidato apresente para conferência os
originais juntamente com a cópia ou devidamente autenticados com fé pública em
Cartório de Notas e Distribuição conforme disposto no item 2.4).
3.7. Os candidatos
serão classificados, mediante o quadro esquema para pontuação, abaixo
especificado:
Edital de Processo Seletivo para Prestador de Serviços Professor 40 hs
Processo Seletivo para Prestador de
Serviços de Professor 40 horas
EDITAL N. 001/CONSELHO ESCOLAR DA ESCOLA
ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO MURILO BRAGA, DE 15 DE MAIO DE 2015.
O Conselho
Escolar da ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO MURILO BRAGA,
considerando a legislação vigente, Lei
3.350/2014 e Decreto 18.996, de 15
de maio de 2014, publicado no DOE Nº
2490, de de 03 de julho de 2014, torna público Processo Seletivo para
Provimento Temporário de 02 vagas de
cargo de Professor 40 horas , mediante as condições especiais estabelecidas
neste Edital e seus Anexos.
1. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
1.1.
O Processo Seletivo Simplificado será regido por este Edital, seus Anexos e
eventuais retificações, sendo executado pelo Conselho Escolar da ESCOLA
ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO MURILO BRAGA.
1.2.
A realização da inscrição implica na concordância do candidato com as regras
estabelecidas neste Edital, com renúncia expressa a quaisquer outras.
1.3.
O prazo de validade do presente certame é de até 90 dias, conforme necessidade
comprovada pela escola e deferida pela Coordenadoria Estadual de
Educação/CRE/SEDUC.
1.3.1.
O prazo de 90 (noventa) dias se aplicará, em caráter excepcional, às escolas
que comprovarem, no calendário escolar, encerramento do ano letivo em janeiro
de 2016.
1.3.2.
Fica determinado o prazo de 60 (sessenta) dias às escolas com encerramento do
ano letivo previsto no calendário escolar em 31/12/2016.
1.4.
As inscrições para este Processo Seletivo serão realizadas na ESCOLA ESTADUAL
DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO MURILO BRAGA, endereço Av. 7 de setembro, 1561,
Centro.
1.5.
Todo o processo de execução deste Processo Seletivo, com as informações
pertinentes, estará disponível no mural da Escola.
1.6.
Será de inteira responsabilidade do candidato cumprir os prazos estipulados
neste edital.
1.7
O cargo objeto deste Processo Seletivo é de Professor 40 horas.
1.8.
Os quantitativos de vagas, cargas horárias, requisitos, são os estabelecidos no
quadro seguinte:
1.8.1.
Quadro de Vagas:
Hora do Intervalo no MB
O intervalo entre as aulas representa um aspecto especial na rotina escolar. Muitas vezes, trata-se do único momento em que os alunos podem fazer opções: com quem conversar, de quem se aproximar, onde e como brincar. É o espaço-tempo que os convida a explorar diferentes percursos e aprender algo mais sobre relações grupais. Não é à toa que, para boa parte dos estudantes, o recreio é a hora mais esperada. Quem não se lembra das brincadeiras no pátio? Também são inesquecíveis os intervalos perdidos dentro da sala de aula, como castigo. Enfim, muitas experiências significativas se constroem ou se intensificam nesse período de 20, 30 minutos.
A convivência entre as crianças e os jovens durante esse tempo livre é um bom termômetro do clima escolar: um cenário de alunos explorando diferentes espaços e atividades revela-se muito distinto daquele com estudantes isolados ou que agem com violência. Há instituições que, para evitar o caos, desenvolvem estratégias de controle: aumento da fiscalização dos inspetores, atividades monitoradas e restrição dos locais de circulação. Embora essas práticas ajudem a conter distúrbios, elas não educam os alunos para lidar com as tensões cotidianas.
Se entendermos a escola como um lugar de socialização, devemos ensinar as crianças e os jovens a lidar com os desentendimentos sem jamais negar a existência deles. Afinal, o conflito é inerente às relações humanas. Evidentemente essa é uma escolha que precisa estar explicitada no projeto político pedagógico da instituição. É possível refletir sobre o tema em assembleias, conselhos de classe e no próprio grêmio estudantil e, com isso, ajudar os alunos a compreender a natureza dos problemas coletivos e a propor soluções para enfrentá-los.
Há casos de escolas que incentivam alguns alunos a se tornarem mediadores de conflitos para atuar no intervalo. Nesses casos, quem assume essa função tem clareza de que não é inspetor ou vigilante e deve ser capaz de avaliar se tem condições de resolver determinado problema ou se deve recorrer a um adulto.
Um olhar atento sobre as relações que se apresentam no recreio ajuda o orientador educacional a entender os problemas que emergem do grupo. Muitas vezes, é só no pátio que se percebe a atuação de um líder ou o isolamento de um aluno. A investigação das áreas ocupadas e das vazias também traz informações importantes. Por exemplo: quais investimentos e intervenções são necessários para vitalizar o espaço físico da escola?
Cabe aos gestores definir e implantar estratégias formativas para que professores, inspetores e funcionários atuem de forma educativa nos recreios. Afinal, um tempo tão rico para o ensino e a aprendizagem merece muita atenção.
É assessora psicoeducacional especializada em Psicologia da Educação.
Primeiros passos para a delinquência...
Como se formam os conceitos a gente nunca sabe ao certo. Conceito se constitui, não vem pronto. Perdurou, no Brasil, um tratamento às crianças como se fossem pessoas secundárias ou que não merecessem atenção. Por longo tempo, os relatos de agressões eram constantes, com surras impiedosas. Até hoje a criançada sofre nas mãos de alguns pais sem escrúpulos. Mas, antes, a sociedade aceitava com tranquilidade que os pais massacrassem seus pupilos, sem nenhum direito à reação, em nome do inquestionável pátrio poder.
Com a recente aprovação da chamada lei da palmada, a discussão sobre a agressão de pais voltou à tona, com grande parte defendendo esse direito. Para amenizar, passaram a chamar palmadinha. Qualquer tapinha, palmadinha é agressão; é violência. Ponto.
Com o passar do tempo, os pais mudaram da agressividade selvagem para a permissividade banal aos filhos. Foi uma longa caminhada de erros, compensações e muitas distorções.
Tornou-se clichê a frase "quero dar aos filhos tudo que os meus não me deram ou não tive". Também virou ditado popular a frase "não tenho um pai, tenho um amigo". Ótimo, não fossem relações diferentes. Por princípio, um bom pai necessariamente é um bom amigo. Quase sempre o desempenho desses papéis devem ser separados.
Houve tanta confusão nessa transição que o amigo se tornou sinônimo de cupincha, e o pai passou a ser pau-mandado.
O pai que obrigava o filho a ir à escola, agora deixa ir quando quer; deixou de exigir o respeito aos mais velhos – para a maioria, os mais novos não precisam de respeito; deixou a criançada substituir o senhor e a senhora por meu "veio" e minha "veia". Isoladamente, tratamento é secundário, mas é fundamental no conjunto da formação.
Estudar deve ser encarado como obrigação natural, sem as opções "querer ou deixar de querer". Não um convencimento meloso ou melancólico. Mas um trabalho voltado a valorizar o estudo e a aprendizagem desde criancinha. A criança se convenciona a ir ao colégio, assim como se escova os dentes, toma banho, sem o gostar ou desgostar.
Quando os pais, para serem amigos, deixam os filhos substituírem a escola pela rua, o dever pelo "videogame"; estão a caminho da conclusão dessa narrativa. Caso parem por aqui, formarão filhos mimados, sem referências, mal-educados, pessoas apenas desagradáveis. Somando-se outros poucos ingredientes, a delinquência está a um passo.
A essa altura os pais já estão totalmente dominados, a família logo será, os vizinhos se tornam incômodos e a gana de subjugar o mundo se torna a meta do bebê mimado. Nesse ponto a árvore está pronta, o caminho são as desculpas, as justificativas, a alegação de que deu tudo, mas se esqueceu de dar formação, o principal erro.
Como todo mundo tem acesso à internet, podem consultar alguns comportamentos que, em regra, intitulam de "como criar um delinquente". E sobre as diferenças de formação de filhos, o livro "Crianças francesas não fazem manha".
Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP
Bacharel em direito
PRÊMIO RESPOSTAS PARA O AMANHÃ
A Coordenação Geral de Ensino Médio informa que neste momento estão abertas inscrições para a participação de escolas, professores e estudantes a 1ª edição do Prêmio Respostas para o Amanhã, uma iniciativa da Samsung, que tem por objetivos identificar, estimular e difundir projetos desenvolvidos com alunos do Ensino Médio, relacionados às áreas de Ciências da Natureza, Matemática e suas tecnologias, que sejam desenvolvidos a partir de questões identificadas na comunidade e que apresentem soluções simples que contribuam para transformar a realidade local.
O Prêmio Respostas para o Amanhã é uma oportunidade para as escolas de desenvolverem e divulgarem novas práticas educativas, que articulem tempos e espaços de aprendizagem e para os jovens de conhecerem e explorarem outras formas de conhecimento e de atuarem e intervirem no espaço onde vivem.
Para maiores informações sobre inscrição, regulamento, prêmios, categorias e contatos dos organizadores acesse o link: www.samsung.com/br/ respostasparaoamanha
Inscrição de 25 de junho a 14 de setembro de 2014
Orientações para o Acolhimento e Adaptação das Crianças na Escola
A entrada da criança na instituição escolar é um momento importante que envolve uma complexidade de relações: família-escola, professor-funcionário-escola, educadores-alunos, alunos-escola, assim como a adaptação e conhecimento do novo espaço físico, o que pode gerar uma variedade de sentimentos e expectativas em todos. “Considerar a adaptação sobre o
aspecto de acolher, aconchegar, procurar, oferecer bem-estar, conforto físico e emocional, amparar, amplia significativamente o papel e a responsabilidade da instituição de educação neste processo. A qualidade do acolhimento deve garantir a qualidade da adaptação.” (Ortiz, Cisele, 2000).
Tendo em vista os aspectos citados acima faz-se necessário um planejamento cuidadoso, pois todos os detalhes são importantes, a relação e a criação de vínculos entre escola, pais, educadores e crianças se consolidam neste processo.
Planejamento e atenção às crianças
Construir uma disponibilidade interna para enfrentar as reações que o grupo novo de pais e crianças lhes provoca.
Participar dos momentos de discussão, reflexão e planejamento de ações para este processo,
sabendo que é um momento diferenciado e precisará de muita disponibilidade, inclusive fisicamente.
Contar com o apoio da equipe de direção nas dúvidas e dificuldades.
Preparar a sala de forma acolhedora, com cantos definidos.
Planejar atividades interessantes e diversas.
Observar cada criança individualmente, suas necessidades, dificuldades e angústias, respeitando seu ritmo.
Acolher as crianças com carinho, paciência e atenção, sendo acolhedora.
Fazer o registro das observações do comportamento das crianças (pauta de observação), pois ajudará a entender o processo de adaptação assim como ajustar o planejamento.
Atenção às famílias
Compreender que os pais também podem estar inseguros e muito ansiosos, daí a necessidade de transmitir segurança e receptividade.
Receber as famílias, dar atenção e explicar como deverão proceder caso permaneçam na sala com a criança: participam das atividades e incentivam a criança a interagir com os colegas e aos poucos, talvez no decorrer dos dias, se sentam em local que seu filho possa vê-lo para que o professor possa se aproximar e atender as necessidades dele.
Explicar que durante a aula seu foco é acolher as crianças mas que as famílias poderão
tirar suas dúvidas com a equipe de direção nesse período.
aspecto de acolher, aconchegar, procurar, oferecer bem-estar, conforto físico e emocional, amparar, amplia significativamente o papel e a responsabilidade da instituição de educação neste processo. A qualidade do acolhimento deve garantir a qualidade da adaptação.” (Ortiz, Cisele, 2000).
Tendo em vista os aspectos citados acima faz-se necessário um planejamento cuidadoso, pois todos os detalhes são importantes, a relação e a criação de vínculos entre escola, pais, educadores e crianças se consolidam neste processo.
Planejamento e atenção às crianças
Construir uma disponibilidade interna para enfrentar as reações que o grupo novo de pais e crianças lhes provoca.
Participar dos momentos de discussão, reflexão e planejamento de ações para este processo,
sabendo que é um momento diferenciado e precisará de muita disponibilidade, inclusive fisicamente.
Contar com o apoio da equipe de direção nas dúvidas e dificuldades.
Preparar a sala de forma acolhedora, com cantos definidos.
Planejar atividades interessantes e diversas.
Observar cada criança individualmente, suas necessidades, dificuldades e angústias, respeitando seu ritmo.
Acolher as crianças com carinho, paciência e atenção, sendo acolhedora.
Fazer o registro das observações do comportamento das crianças (pauta de observação), pois ajudará a entender o processo de adaptação assim como ajustar o planejamento.
Atenção às famílias
Compreender que os pais também podem estar inseguros e muito ansiosos, daí a necessidade de transmitir segurança e receptividade.
Receber as famílias, dar atenção e explicar como deverão proceder caso permaneçam na sala com a criança: participam das atividades e incentivam a criança a interagir com os colegas e aos poucos, talvez no decorrer dos dias, se sentam em local que seu filho possa vê-lo para que o professor possa se aproximar e atender as necessidades dele.
Explicar que durante a aula seu foco é acolher as crianças mas que as famílias poderão
tirar suas dúvidas com a equipe de direção nesse período.
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